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Seguro para Bitcoin

Nos últimos tempos, temos escutado bastante sobre Bitcoin. Ela é uma moeda digital do tipo criptomoeda descentralizada. Responsável pelo ressurgimento do sistema bancário livre e que apresenta uma forma de pagamento totalmente inovadora. Mas você sabia que existe um seguro para Bitcoin?
Se hoje o dinheiro que circula na praça depende do Banco Central, no caso do Bitcoin não há nenhuma instituição no comando. Nem Banco Central, nem governo ou bancos comerciais, é um dinheiro desestatizado.
O Bitcoin possui uma existência apenas virtual. E todas as transições feitas pela internet em um espaço com códigos para garantir a segurança e os dados de cada um. Mas será que é realmente seguro? E qual a segurança que a pessoa tem de investir em Bitcoins?

Seguro para bitcoin: Será que existe mesmo?

A resposta é sim. Algumas seguradoras ao redor do mundo estão começando a oferecer proteção contra o roubo de criptografia. Elas se apresentam dispostas a enfrentar os desafios e os riscos desse setor em rápido crescimento. E, claro, oferecem seguro para bitcoin.
Até agora, apenas algumas seguradoras vendem esse tipo seguro. Tais como as empresas americanas: XL Catlin, Chubb e Mitsui Sumitomo Insurance. Embora outras empresas demonstram interesse, ainda não se dá muita atenção em oferecer esse tipo de serviço.
Uma das justificativas seriam os riscos apresentados. Muitos investidores já perderam bilhões de dúzias de hacks de criptografia, por erros técnicos e fraude. Para as seguradoras, o desafio é como cobrir essas ameaças para os clientes. Porém, como proteger algo que é totalmente virtual, desestatizado e que usa uma tecnologia que poucos entendem?
O chefe da XL Catlin, Greg Bangs, disse em uma entrevista que empresa tornou se seu próprio especialista na nova tecnologia. Eles fizeram isso conversando com os principais atuantes e potenciais clientes antes de desenvolver o seguro para bitcoins.
E hoje oferecem cobertura anual por crimes de até 25 milhões de dólares por incidente. Mesmo estudando bastante previamente, o mercado das moedas digitais as seguradoras gastam mais tempo do que o habitual. Examinando tudo, antes de fazer oferta de seguros.

Analisam desde procedimentos de segurança dos ambientes virtuais, armazenamento de dados, a escala de suas operações, até as pessoas envolvidas. O que faz ser um processo que pode demorar meses.
Seguradoras americanas apostam que as criptografias ganharão um reconhecimento mais amplo em um futuro próximo. As vendas de moedas digitais arrecadaram no ano de 2017 mais de 5 bilhões de dólares segundo os dados da CB Insights. Porém, ainda não há estimativas sobre o quanto foi segurado ou sobre os valores totais recolhidos.
Muitas seguradoras continuam cautelosas com o novo negócio. Alguns, como a Great American Insurance Group, oferecem a proteção contra o roubo de funcionários para empresas que aceitam pagamentos de bitcoin. Mas evitam riscos externos, como hackear.
Por ser um mercado pouco conhecido, é necessário se estudar bastante. Tanto para investir quanto para fazer seguro de Bitcoins. O fato é que no mercado de investimentos, quanto maior o risco, maior as chances de lucro.
Fonte: extraído do texto escrito por Marllon Gama e publicado no site www.pontoscardeais.com

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